115 - O toque amoroso de Deus

O toque amoroso de Deus

Eu fui um bebê prematuro. Nasci de sete meses pesando aproximadamente 2 quilos e meio. Meus pais estavam de férias, então foi um choque para eles. Minha mãe diz que meu pai ficou viajando de um local para o outro, durante dois meses, pois o hospital me mantinha por motivos de segurança. Minha mãe ficou comigo no hospital, enquanto meu pai teve que voltar para casa para trabalhar. Era uma viagem de doze horas em cada sentido, e ele lhe disse que um dia eu lhe pagaria todo esse esforço extra. Dizem que o meu nascimento prematuro, salvou a minha vida, porque o cordão umbilical estava enrolado ao meu pescoço, três vezes. Louvado seja Deus, tudo funcionou para mim!

Li histórias de outros bebês prematuros sendo colocados em uma incubadora, imediatamente, após o nascimento, por motivos de segurança. Eles são retirados diretamente de seus pais e colocados em um ambiente seguro e sem germes. É uma câmara oxigenada transparente onde você pode ver seu filho, mas não tocá-lo. O médico avisa os pais de que o bebê não pode entrar em contato com o mundo exterior; portanto, não há problema se você simplesmente ficar observando o bebê, mas não deve tocá-lo.

Muitas mães não conseguem seguir esse conselho. Elas somente conseguem pensar: “meu bebê precisa sentir o meu amor e o meu toque”. Elas veem a pequena criança que acabou de nascer neste mundo frio, presa dentro de uma câmara estéril, sozinha e perdida. As mães não aguentam esperar a permissão do médico; portanto, quando a enfermeira não está olhando, elas deslizam a mão sob a tenda transparente e coloca o dedo dentro da mãozinha do bebê. Apenas para dizer “você não está sozinho; sua mãe está aqui com você. Eu nunca vou te deixar, baby; sua mãe te ama ”.

Esta é exatamente a mesma imagem de como nosso Pai Celestial tratou a raça humana até o momento em que Jesus apareceu e foi crucificado. Até aquele momento, a presença pessoal de Deus era ocultada ao povo judeu e ao mundo. Muitas pessoas interpretam mal as Suas intenções, porque Deus parece estar sendo duro , mas, na realidade, sempre foi sobre o Amor. Ouvi dizer que o Deus do Antigo Testamento é duro e o Deus do Novo Testamento é gentil. A verdade é que Deus nunca muda. Ele é sempre amor, sempre!

Entenda que Deus é tão santo que a morte era o resultado de se ficar exposto diante Dele. Há uma história de homens morrendo apenas tocando a Arca da Aliança e morrendo em Sua santa presença, mas isso não era Ele sendo duro. Vamos ler sobre a santidade de Deus em Isaías 6: 1-5: “No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. As bases do limiar se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos!”

No Antigo Testamento, havia uma diferença tão imensa entre Ele e nós, que Deus teve que retirar a Sua presença pessoal dos homens. Ele é Onipresente, o que significa que está em todos os lugares ao mesmo tempo, mas a Sua Glória íntima teve que ser detida para nos salvar da morte certa. Era como aquele médico que dizia para a minha mãe me deixar sozinho, em segurança, dentro de uma câmara livre de germes. No entanto, Deus também era como aquela mãe, que não suportava que seu bebê não a sentisse; e Deus queria que soubéssemos que Ele estava conosco. Assim, como aquela mãe colocava o dedo na mãozinha do recém-nascido para tranquilizá-lo, dizendo que ela estava lá, Deus fez uma coisa semelhante estabelecendo o Santo dos Santos, como uma maneira de poder ainda nos tocar, até a redenção chegar.

Foi na cruz que a mesma coisa que separou Deus do homem foi conquistada. O pecado foi finalmente derrotado por Jesus, e Deus agora estava livre para ter comunhão conosco sem nos prejudicar. Jesus fez um caminho para que nos tornássemos verdadeiramente filhos de Deus.

Hebreus 9:26 diz: Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado”.

Com a morte de Jesus, o preço do pecado de Adão foi pago integralmente, e exatamente o que causou a separação entre Deus e nós, foi removido. Ele agora estava livre para fazer o que desejava fazer conosco, mais do que tudo, que era ter comunhão.

Veja o que Deus fez no exato momento em que isso foi possível: E Jesus, clamando outra vez com grande voz, entregou o espírito. Eis que o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo; tremeu a terra, fenderam-se as rochas. Mateus 27: 50-51.

O véu que nos separava da presença pessoal de Deus foi rasgado ao meio, e Deus saiu livre para ter comunhão conosco, como sempre desejou. É como um médico removendo a incubadora do bebê, permitindo que aquela mãe agarrasse e segurasse o seu filho, bem perto do seu coração, pela primeira vez.

O inimigo já tentou lhe dizer que você não é digno do Amor de Deus ou de Sua comunhão? O diabo traz à tona o seu passado e fracassos como razão para impedir que você se aproxime de seu Pai Celestial?

Se isso estiver acontecendo, diga para o diabo que é tarde demais, pois o seu Pai Celestial já removeu qualquer coisa que pudesse lhe impedir de entrar na presença Dele.

Entenda que Ele te ama tanto assim!

Seu amigo,

                                             Alan Taylor

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